Qual a diferença entre Alectomia, Rinoplastia e Rinomodelação?

Entenda a diferença entre alectomia, rinoplastia e rinomodelação

 

Na cirurgia plástica atual, procedimentos que visam a remodelar, corrigir imperfeições e empinar o nariz são cada vez mais comuns e precisos. Atualmente, os mais realizados são alectomia, rinoplastia e rinomodelação, mas você sabe a diferença entre os três?

 

Primeiramente, é fundamental destacar que qualquer tipo de procedimento deve ser feito por um profissional experiente e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Além disso, para que você obtenha exatamente os resultados que esperava, é importante entender que tipo de abordagem se aplica melhor ao seu caso.

 

Para esclarecer as diferenças entre alectomia, rinoplastia e rinomodelação, é fundamental entender a finalidade de cada procedimento. Depois, entender como ele se aplica à sua necessidade.

 

O que é alectomia? Quem pode fazê-la?

 

A alectomia é a cirurgia das asas nasais, ou seja, das estruturas laterais do nariz. Elas são compostas por pele, tecido subcutâneo, gordura, tecido e mucosa. Seu objetivo é oferecer uma proporção mais harmônica a essa parte do rosto.

 

Geralmente, que necessita de uma alectomia são pessoas que se queixam de abas nasais muito grandes ou largas, especialmente quando sorriem. 

 

Simples e com baixos índices de complicação, a alectomia é um dos passos da rinoplastia, mas não necessita dela obrigatoriamente. Nesse caso, o procedimento até pode ser realizado em ambiente clínico, com anestesia local. 

 

Antes de realizar o procedimento, é fundamental que o cirurgião plástico avalie as proporções do nariz do(a) paciente. É fundamental obedecer as proporções faciais. 

 

Em geral, a alectomia dura cerca de 30 minutos (quando não é realizada em conjunto com a rinoplastia).

 

Como funciona a cirurgia de rinoplastia?

 

Indicada para corrigir esteticamente o nariz, a rinoplastia é um procedimento que permite aumenta-o, diminuí-lo, dar projeção à ponta e até reduzir a giba óssea (denominada também de calo no nariz).

 

Ela pode, inclusive, ser associada a outros procedimentos nasais como a correção do septo nasal e a turbinectomia, que é a retirada de parte dos cornetos nasais, a popular “carne esponjosa”.

 

Indicada para pacientes com mais de 15 anos, a rinoplastia precisa ser feita em ambiente hospitalar. Podem ser utilizadas duas técnicas: a aberta (exorrinoplastias) ou fechada (endonasal). 

 

Na técnica aberta, o cirurgião plástico faz uma pequena incisão na base do nariz, entre as narinas, e na parte interna de cada narina. Na técnica fechada, há incisões apenas dentro das narinas.

 

Com duração de aproximadamente duas horas, a rinoplastia pode ser feita com anestesia geral ou local com sedação. 

 

Em geral, ela é escolhida pelos pacientes para diminuir ou remodelar o nariz. Entretanto, também pode ser utilizada para o aumento nasal, através do enxerto de cartilagem, implante de próteses ou preenchimento no local. 

 

Rinomodelação: procedimento não invasivo para um “novo nariz”

 

Enquanto a rinoplastia é uma abordagem cirúrgica para corrigir imperfeições no nariz, a rinomodelação modifica aspectos estéticos da região. 

 

Não invasivo, o procedimento geralmente utiliza produtos de preenchimento, aplicados diretamente no nariz.

 

A rinomodelação tem o objetivo de disfarçar alguns aspectos indesejados do nariz. Ela, portanto, não consegue corrigir um nariz grande ou abaixar a sua ponta. Por isso, exige avaliação minuciosa e indicação de um especialista membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

 

Hoje em dia, o material mais utilizado na rinomodelação é o ácido hialurônico. Entretanto, há muitos subtipos desse material, que podem ser utilizados se houver necessidade. 

 

Em geral, a rinomodelação é ideal para corrigir pequenos defeitos ou, ainda, fazer alterações ou retoques após uma rinoplastia.

 

Está na dúvida se precisa de uma rinoplastia, rinomodelação ou alectomia? 

 

Agende uma consulta com o Dr. Laertes, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, e veja que abordagem é a mais segura e eficiente para o seu caso!

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